OS PASMADOS DA VIDA

Foto: Sapo/Galeria Windows

Todos temos dias que, pelos mais variados motivos, nos atiram para o cinzento da vida: ficamos apáticos, sem chama, desinteressados e desinteressantes e não queremos sequer resistir a esse cântico de sereia escondendo frustração e desânimo. Porquê? Fracassou em qualquer coisa e, por isso, só lhe apetece fechar as portas à vida e, dormir, passa a ser o seu grande objectivo diário. Não convive, não se alimenta, não sonha. Está, apenas está. Invisível, se possível É capaz de estar, às escuras, a um canto do sofá olhando, sem entusiasmo, o movimento para lá da janela. Respira, automaticamente. Atitude errada e perigosa.



É tempo de travar esse desinteresse e pensar no que deve (tem) de fazer para enfrentar desafios e não continuar nessa pasmaceira de vida que o faz demasiado pasmado. Pense que só alcança sucesso quem insiste, e torna a insistir, apesar das muitas e tremendas dificuldades que possa encontrar. Raros são os casos (embora existam, parece) em que tudo parece cair do céu sem esforço aos bafejados que nasceram com a brilhante estrelinha da sorte. Mas, se existe, é tão rara! As biografias dos famosos, de pessoas com o maior sucesso, em vários sectores, demonstram que nos seus começos de vida, passaram pelas maiores dificuldades. E, mesmo assim, no momento exacto, souberam erguer-se e agarrar o destino com unhas e dentes e concretizar sonhos.


Fred Astaire, foi o famoso actor que encantou largos milhares de fãs no mundo inteiro, através de filmes que encheram de movimento e encanto as telas quando ele dançava magnificamente, sozinho ou acompanhado mas, sempre, feliz!. Fez mais de 40 películas, e no primeiro teste disseram-lhe:… não sabe actuar. É careca e dança pouco… Só isto dava para derrotar um exército, mas ele sabia do seu valor e da capacidade de luta. Não desmoralizou e decidiu vencer E como venceu! Em 1950 recebeu o Oscar Honorário (Hollywood), sob uma ovação vibrante dada de pé pelos presentes, manifestando a grande admiração, gratidão e orgulho que sentiam pelo artista. Em 1970, é-lhe entregue o prémio UNICRIT, no Festival de Berlim, em reconhecimento pela sua extraordinária contribuição ao género cinematográfico musical.Os êxitos não se lhe fizeram rogados, foram conquistados a pulso por quem soube exigir da vida.


Não precisa de muralhas! As muralhas não o protegem, isolam-no!


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