AS PROFESSORAS QUE SALVAM VIDAS

Não querendo enegrecer a noite fria que convida à fuga para o cantinho aquecido que pede um bom livro, um bom filme, boa música, saboreando uma caneca de cacau muito quente, -rodando maquinalmente entre as mãos- ou, apenas, interiorizações calmas mas profundas, recordo, a partir de um e-mail que recebi como foi desastrosa e sofrida a última época de férias em relação a piscinas e a bebés. Cessaram mais de oito vidas ainda por viver. Apetece dizer: desnecessariamente.


Pela crise que se vive não é tempo de relembrar a quem nos governa -continuam a enfermar do erro de se manterem longe, distantes do povo que os elegeu. Não sabem chegar a ele- como seria importante existirem mais piscinas em Portugal. Convite (saudável e apaziguador) aberto a pessoas de todas as idades, começando pelos bebés, pelos adolescentes, pelos adultos e pela terceira idade que anda por aí a desmaiar nos dias de solitárias solidões.

Apostar nas escolas desde o primeiro ano, no desenvolvimento físico, era um dos nove pontos absolutamente necessários para surgisse a primeira de futuras gerações viradas para o futuro e não para a violência, fruto muitas vezes de ruas sem saída onde impera a ociosidade e a impreparação. Se se quer salvar um país tem de se começar nas salas de partos (e não nas ambulâncias-maternidades).

A finalidade de hoje é falar do vídeo www.childdrowningprevention.com
que recebi por e-mail. Uma preciosidade. Merece ser partilhada. Veja e espalhe a mensagem (que, claro, não é portuguesa). Aproveito a oportunidade para saudar todas as professoras de natação deste País que, diariamente, nas piscinas, em clubes por vezes demasiado caros, transmitem os seus conhecimentos que podem salvar vidas. Parabéns a todas, a começar pela minha filha Isabel que é o orgulho de qualquer mãe. Para ela cada aluno é uma vida a necessitar, no seu campo de ensino, de técnicas e saberes profundos que façam dele um saudável e vigoroso sabedor, confiante e enérgico que, sempre que entrar na água, esteja apto a deslizar nela ou a salvar quem, perto de si, precisar de ajuda.

Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades
(Epicuro)

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