BASTARIA UM ABRAÇO E… VOLTARIA A VOAR



Procuro encontrar no meu íntimo a harmonia da vida, concentrar-me nas energias vibratórias, recordar que eu sou o poder no meu mundo. Centro-me na Luz que me ilumina e reforço a consciência de que sou uma partícula do Universo. Não vacilo nas minhas asas da liberdade e sucedem-se os voos com essência numa busca constante, por vezes dissimulada, por vezes imprudente, por vezes irresistivelmente fascinante quando, isolados, ficamos mais juntos e mais livres. Nas ausências, as minha asas perdem o vigor e o vazio escorre-me pelas mãos que deixo cair ao longo de um corpo que perde o brilho como se o Sol nunca o banhasse. Fico ali, prostrada, emocionada e trémula, sem riso, sem emoção, desajeitada e sem ritmo. Bastaria um abraço para que as minhas asas voltassem a bater em movimentos sinuosos e pousassem (docemente) na curva do teu braço.

O homem é aquilo em que acredita
(Anton Tchekov)
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