RECORDANDO UMA MULHER AUDAZ, FASCINANTE E MISTERIOSA


Foi em Janeiro de 1939 que Amelia Earhart, pioneira da aviação americana -a primeira mulher a voar sozinha sobre o Atlântico-, foi declarada oficialmente morta, após o seu misterioso desaparecimento a 2 de Julho de 1937, no Oceano Pacífico, perto da ilha Howland (à qual nunca chegou), quando tentava realizar um voo à volta do mundo. O seu desaparecimento, na época, fez correr rios de tinta e agitou imaginações. Pensou-se tudo já que o seu avião nunca foi encontrado e o seu corpo também não. O último contacto quando se dirigia a Howland, foi pelas oito horas, estava a 12 mil pés de altitude. Escreveram-se livros, realizaram-se filmes e a criatividade fervilhava: ficou sem combustível? Sobreviveu? Adquiriu nova identidade? Era espia? Esta grande defensora dos Direitos da Mulher até aos dias de hoje continua envolta nas nuvens da dúvida e do mistério. Morreu (desapareceu) com o mesmo fascínio (bonita, elegantíssima, independente, lutadora) e tenacidade com que viveu. Passaram-se quatro décadas após o seu falecimento oficial e sobre o verdadeiro destino de Amelia, nada se sabe.
*

Coragem é o preço que a vida exige em troca da paz
(Amelia Earhart)

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