O SILÊNCIO DA ESTRELAS SEM VERTIGENS

Ontem, o vento soltou-se, a chuva molhou (sem esplendor) os instantes da vida e o rumo da inércia, saturação, voltou a ameaçar os já cansados dos rigores deste Inverno. Para amanhã, anuncia-se o regresso das nuvens carregadas, do vento desabrido do mar revolto, soberbo e impiedoso mas lindo na espuma encrespada das ondas embrulhadas que lambem o caminho que querem alcançar. Hoje, a esta hora, há o silêncio das estrelas da noite sem vertigens, sem alterações climáticas violentas ou aguaceiros passageiros. Serenidade. Apenas serenidade de veludo nesta ponte nocturna que une o ontem ao amanhã e nos deixa prontas a escutar a harmonia do Universo que ultrapassa as janelas do Mundo, no dedilhar das teclas negras e brancas de um piano vibrante e emocionado.

http://www.youtube.com/watch?v=qa0Z6g1XJkU

Mesmo que seja um sonho, mesmo que seja uma ilusão, se existe dentro de si, é porque é para si!
(Zibia Gasparetto)

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