Archive for Agosto, 2010

A RAZÃO DE SER DA SUA VIDA, É VOCÊ

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. A razão de ser da sua vida é você mesmo. A sua paz interior deve ser a sua meta; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e procure a divindade que existe dentro de si. Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe. Não tenha objectivos longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje.

Se está desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, encontre no seu interior a resposta para se acalmar, você é reflexo do que pensa diariamente. Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer. Com um sorriso, as pessoas terão melhor impressão sua, e você estará afirmando para si mesmo, que está pronto para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar que a felicidade chegue sem trabalho. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Agradeça tudo aquilo que está na sua vida, neste momento, incluindo nessa gratidão, a dor. A nossa compreensão do Universo ainda é muito pequena, para julgarmos o que quer que seja na nossa vida. A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las. (texto de Aristóteles escrito no ano 360 A.C. )

A esperança é um sonho que caminha
(Aristóteles)

O ARCO-ÍRIS NÃO TEM PREÇO! NÃO SE COMPRA


Aquela podia ser mais uma manhã como outra qualquer, mas não foi! Um homem desce na estação do metro em Nova York, veste jeans, camisa larga e um boné. Encosta-se próximo da entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passava por ali, na hora do grande afluxo matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos que apressados só procuravam entrar nas carruagens. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, que executava peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, avaliado em mais de três milhões de dólares. Alguns dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares. A experiência no metro, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres a andar rapidamente com o copo de café na mão, celular no ouvido, crachá no pescoço, indiferentes ao som do violino.


A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto. Bell, no metro, era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de griffe. Este é mais um exemplo daquelas situações que acontecem nas nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço. Afinal, o que tem realmente valor para nós, independentemente de marcas, preços e griffes? É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser? Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pelos mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro? Será que estamos a valorizar somente aquilo que está com etiqueta de preço? Uma empresa de cartões de crédito, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afecto, de alegria e informa: Não tem preço! E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra. Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra, carinho, dedicação, abraços e beijos. Não se compram raios de sol, arco-íris, nem gotas de chuva. (recebido por e-mail)



Há duas coisas infinitas: o Universo e a tolice dos homens
(Albert Einstein)

O NOSSO LOCAL IMPARTILHÁVEL



Todos têm (deviam ter) um recanto real ou imaginário. Local para onde se vai nas mais variadas circunstâncias: em nostalgia, em dor, em contemplação, em alegria ou, simplesmente, com o intenso desejo de estar só. Ali, é o local onde ninguém entra que ninguém conhece. É o local irrevelado, impartilhável. É o espaço projectado na imaginação ou na memória que num piscar de olhos ou num estalido dos dedos chega a nós com a beleza (local assim não poderia nunca ser vulgar) que nos envolve, com os cheiros inebriantes que deliciam numa atracção de abraço, de protecção. É o local de serenidade, de luz. Sem palavras, sem movimentos, onde apenas se está, deixando aquilo que nos inquieta ou satisfaz encontre a sua real dimensão e esclarecimento.


É o local de todas as surpresas e de todas as resoluções, ali os problemas abrem-se nos segredos que não sabíamos desvendar. Ali, não há visões fechadas, nem inquietações irresolúveis, nem permanentes perplexidades. É, pode ser, a nossa Árvore da Vida, a nossa Gruta de Inspiração ou o Centro do Esclarecimento. Liberte-se de tensões e deixe fluir em si, no seu local impartilhável, o sopro sereno da inspiração inspiradora. Sinta esse lampejo e traga-o consigo para o fervilhar dos dias, para o centro dos desafios e sinta a Água, a Terra, o Fogo e o Ar, estarem consigo no amanhecer de cada dia.

http://www.youtube.com/watch?v=RBCaZSC8RDM

Contemplação, é o prazer do espírito que penetra a Natureza e descobre que ela também tem Alma. É a missão mais sublime do homem, pois é o exercício do pensamento que procura compreender o Universo.
(Auguste Rodin)


A MELODIA NA NOITE DE BRUMAS


Apenas uma melodia para o encontro das brumas, pedaços de nuvens caídas nos braços da noite, que guardarão os sons numa envolvência mansa e nos deixa no centro do Universo. Como é fácil tornar as noites musicalmente doces.

http://www.youtube.com/watch?v=783RXCzgePw

A vida só se dá a quem se deu
(Vinicius de Moraes)


EXCELENTE SANTANA, NA SIC…

Hoje, na SIC Notícias, esteve Pedro Santana Lopes no seu melhor, desde que foi despedido por Jorge Sampaio. Ouçam-no, pratiquem, enterrem machados, fumem o cachimbo da paz e lembrem-se que é Portugal que precisa -urgentemente- de sentido de Estado. Escolham uma Távola Redonda, descubram um Artur mas, de uma vez por todas sentem-se, falem e sejam uns aliados dignos. Confiáveis. De palavra e lucidez. Defendam Portugal com a bravura dos Cavaleiros de Camelot.

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A mudança é a lei da vida.E aqueles que só olham para o passado ou para o presente irão concerteza perder o futuro
(J.F.Kennedy)