A CANDIDATURA IBÉRICA NÃO PRESSUPÕE DOIS CANDIDATOS COOPERANTES?


A coesão Ibérica para o futebol será oportuna, os estádios já os temos e se a Candidatura Ibérica para o Mundial vencer, aí, sim: recuperamos (definitivamente) o investimento e damos um passo nessa (inevitável) evolução para a Frente Ibérica em que nos tornaremos, sem prejuízo para as identidades nacionais (a não ser que nós continuemos a dormir à beira-mar e os espanhóis a recuperar). No filme sobre a presença de Mourinho na nossa Selecção -nos dois jogos, a 8 e 12 de Outubro, que nos podem deixar em coma irreversível- concordo com a lógica fluída com que Mourinho explicou a sua forma de adoptar a ideia da Federação ao convidá-lo, não sem um sentido de oportunismo mediático (por parte da Federação, claro) para fazer diluir no brilho desta excelente iniciativa- contrariando radicalmente o que pensa o sabedor que é Marcelo Rebelo de Sousa que achou péssima a ideia de se ir a Espanha pedir ajuda (a Candidatura Ibérica não pressupõe dois candidatos cooperantes? E cooperar não suporta a ideia de ajuda em momentos extremos? O Real Madrid não soube mesmo ler o futuro) – na má conduta contra o treinador cessante que, merecendo ou não o despedimento, não o merecia ele, nem o País que fosse feito no decurso de uma má novela, em directo. Só nos apequenou. Só nos tirou coluna.



Problemas fazem parte do fato de estarmos vivos. Superá-los é o melhor caminho para conhecer sua força. Avance e dê uma oportunidade ao mundo de conhecer a sua energia
(Roberto Shinyashiki)
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