EU VIVO, MESMO, NA TUA SAUDADE

O encontro, teve o sabor de encontro! Daqueles em que se antevê emoção, uma agitação perturbadora, disfarçada. Não deu para aplaudir, para gritar aos sete ventos que sim, que era bom estar ali, sem superficialidade mas com vibração contida.

Inquieta e adoça esta sensação que roça a felicidade, mas não dá para mergulhar nela. Saboreia-se ansiosa e discretamente o instante e mede-se a sintonia, a energia que rompe do olhar profundo, do sorriso radioso, das palavras que fascinam, da química invisível que agarra e entra nas profundezas do coração.

Em cada segundo daqueles minutos senti como o tempo foi sedoso para nós e entre o vigor físico e a agilidade mental, transformou espaços em horiontes sem neblinas, abriu caminhos de respirações e passos. Distribuiu vitalidade e sorrisos. Excelente o encontro onde o tempo, uma vez mais, parece ter parado. Eu vivo, mesmo, na tua saudade!

 

Uma vida é uma obra de arte. Não há poema mais belo que viver em plenitude.
(Georges Clemenceau)

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7 responses

  1. Querida amiga!

    Chego tarde e a más horas!
    Estou cansada mas bem e pronta a ir dormir já.

    Volto amanhã para ler o seu novo texto e comentá-lo como deve ser.
    Hoje deixo-lhe um beijo e espero que goste do presente, embora não tenha sido eu a fazê-lo, foi a amiga Ana Martins.

    Beijo terno.

    Janeiro 8, 2011 às 12:32 am

  2. Querida amiga!

    Agora sim, li este texto maravilhoso que é tanto
    à sua imagem doce e terna.
    Fico com um sorriso largo e olhos brilhantes por a saber tão bonita. Bem haja!

    Todos vivemos de saudades…
    mas poucos sabem traduzir em palavras esses momentos.

    parabéns

    beijo

    Janeiro 9, 2011 às 7:06 pm

    • Hoje, Ná, precisava mesmo de ler palavras suas para adoçar a minha Alma. Estou a passar por uma fase dura à qual terei de aprender a lidar. às vezes há saudades com as quais não se consegue conviver. Beijinhos

      Janeiro 9, 2011 às 7:09 pm

  3. “Encontros” que persistem, mesmo sendo momentos! E deles, essa saudade, dolorosa, embora, por não passar além disso, a recordação “faz” vida revivida e, se bem aproveitada, reconfortante! Oxalá, amiga, consiga “dar essa volta” à vida!
    Força!…
    Beijinhos

    Janeiro 9, 2011 às 10:28 pm

  4. Querida amiga Elvira!

    Hoje estive muito ausente. Fui conhecer em carne e osso o autor de mais um livro do qual vou falar muito.
    também fui ver um espectáculo maravilhoso a Caminha “Música no Coração”.
    Darei conta de tudo no meu próximo post 🙂

    Querida, ainda bem que a ajudo de alguma forma a superar essa saudade.
    Eu sei que dói…
    Beijo-a com muita ternura.

    Janeiro 10, 2011 às 1:17 am

    • Minha amiga. Tudo bem, a normalidade vai voltando. Caminha! Sempre achei que Caminha devia ser especial, mas não sei eplicar porquê.
      Beijinho

      Janeiro 10, 2011 às 7:20 pm

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