ESPERAREI O TEMPO QUE FOR NECESSÁRIO

Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, deve-se comer. Apesar de,  deve-se amar. Apesar de, deve-se morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente.

Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto  esperava um táxi. E, desde logo, desejando esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteiro, com a Alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso (C. L)

 

 

Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão

(Clarice Lispector)

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2 responses

  1. Querida amiga Elvira!

    É assim mesmo.
    Na vida, especialmente no amor, não aceitamos metades, só o todo, corpo e alma!

    Estando agora aqui, mesmo sendo tão tarde para mim, apesar de não ter aula às 9:30 com a Maria José Areal (triste motivo, mas já esperado, infelizmente – o irmão mais novo faleceu ontem em Nova Iorque de cancer), mais um, coitada da família e da minha amiga querida,
    sinto-me em casa, consigo.
    Vou ousar dizer o que sinto…
    É assim algo como se toda esta beleza, não só a que se vê, mas principalmente a que se sente, fizesse parte absoluta de ambas.
    Sinto uma comunhão total ao ponto de me sentir mesmo consigo, na mesma sala, sofá, à mesa… onde a conversa corre fluída e natural, com muitos sorrisos de plena felicidade.

    Beijinho

    Março 4, 2011 às 1:38 am

  2. Amiga e querida Ná
    É mesmo assim. O convívio habitual gera uma empatia permanente e, assim, gradualmente, vamos pertencendo ao mundo, ao ritmo diário, à sensibilidade de quem assiduamente nos escreve, lê, comenta.

    Comigo, amiga, passa-se o mesmo. Através do que escreve já sinto o seu estado de alma e, frequentemente passeio pelo espaço que circunda a sua casa, já que a liberdade e a interligação com a Naturexa me fascina.E a Ná vive num local paradisíaco.

    Hoje está muito frio, vou já enroscar-me no canto do “nosso” sofá onde tenho o mundo na ponta dos dedos ou na minha fértil imaginação.
    Beijinho.

    Março 5, 2011 às 8:47 pm

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