INVENTO-TE EM CADA BATER DE ASAS

Não há amor, há encantamento. Não há vitória, há luz interior que adoça o coração. Há ondas de perfume pelo ar que marcam sensualidade. Ficamos Sóis entrelaçados nos sorrisos, nos olhares, nas palavras por dizer. Há um esplendor crescente que cintila na pele tocada, olhada, devorada, num quase ritual de contenção sem fragilidades mas intensamente acariciante. Tu existes, sim, mas eu invento-te, reinvento-te em cada respiração, em cada olhar, em cada bater de asas, no lugar onde os sonhos se realizam. Invento-te, reinvento-te, no meu coração que te seguirá para lá das montanhas do Mundo.

Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocaruma alma humana, seja apenas outra alma humana

(Carl Gustav Jung)

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