DO ASSUNTO MENOR AFINAL, DO EURO, À CELEBRAÇÃO –ISSO SIM- DO NOVO PORTUGAL

O texto aqui anteriormente publicado, com referência ao laureado Stiglitz sobre a saída temporária do euro por parte, pelo menos da Alemanha, reconhece-lhe o mérito de resumir o que ele próprio, já várias vezes, apontara de forma mais indirecta e intelectual que, entretanto, outros foram percebendo e traduzindo em vozes provavelmente por ouvir. Em falares escritos mais terra- a-terra e que já se confirma que começa a ser uma opção (séria) entre as gentes tementes às Economias e às Finanças que têm consciência de se tratar de um feito por fazer e que implica um “tremendo peso político”, a ter que acontecer numa era em que, exactamente, estão em falta “políticos tremendos”, daqueles capazes de iniciar novos capítulos na História, como este que já há tanto está a concurso.

E, a imediata futura história da Europa precisa, definitivamente e com urgência, do seu novo capítulo por acontecer. Tem que acontecer, antes que, para começar, o Estado Social Europeu se perca irreversivelmente. Com Portugal na liderança. Da queda.

Não querendo enveredar pelos caminhos por entre as arestas económico-financeiras do problema global que persiste, e não se diluirá numa década (depois de 2015 !), em Portugal pelo menos, é de dizer, no entanto, que já há muito que é tempo para todos insistirmos em que é mesmo preciso ultrapassar a passividade que nos mantém apenas sob a opção dura da austeridade que é parte da solução sim, mas não é A solução. Não.

A Solução tem que ser mais do que nunca complementada com arrojo, esforço conjunto, visão que motive e que inspire porque a fome pura e dura já esteve mais longe. Estando cada vez mais perto a necessidade de também nos alimentarmos de objectivos capazes de -ideologias politizáveis à parte- potenciarem as massas, de dentro para fora e todos um-a-um, num projecto que só pode ser colectivo e que seja capaz, cá entre nós, de voltar a honrar o privilégio da Portugalidade (não necessariamente usufruído na forma de País como o entendemos hoje, mas isso é outro artigo mais arriscado ainda).

E sem que tal Portugalidade descambe no exercício de uma Portugalidez constrangedora e coitadinha que sempre esteve latente, até quando havia aqui esse maior, mais tecnológico e mais empreendedor império do mundo (China à parte, já naquela altura) que já então tinha um Luso-imperial fascínio por bens não transaccionáveis. E, é incrível, não há provas de que se tenha ainda curado desta secular demência.

O caminho Europeu e, sobretudo, o Português na Europa, terá que ser, então, um caminho visionário que, sobretudo, faça este Povo encontrar a sua autonomia e a sua evolução em afirmação transnacional (não necessariamente com crescimento, apenas basta que seja sempre em direcção ao bem estar). Sem ter que (tentar voltar a) recorrer ao alheio que já tanto pôs e dispôs e, no nosso caso muito particular quase tudo perdeu nos últimos sete séculos, compreendidos entre a reforma de serviço no Algarve, de D. Afonso III, que na altura terá dito “e agora ?” e a chegada da troika a Lisboa que no seu próprio tempo, nesta sua altura, terá pensado também “e agora ? “, confirmando assim, talvez (e que felicidade seria), o fecho de um ciclo perto de milenar, na esperança de mil anos agora melhores.

Pede-se empresa difícil, reconheça-se. O de quebrar este enguiço secular-milenar sem ter que quebrar o Galo de Barcelos. Mas é a que é preciso pedir.

Nestas matérias do exercício da coitadinha Portugalidez, Stiglitz não tem que ser evocado, apenas se podendo constatar que, de facto, ajudava (agora) ao encontro do novo ciclo que, pelo menos a Alemanha saísse do euro por uns tempos. Coisa de três anos se tanto. Se pudessem fazer esse favor”zinho”. A todos. À Alemanha inclusive, ironia à parte.

Para lá da aparente ligeireza no pedido acima feito à Alemanha, é bem verdade que só ultrapassaremos esta situação, assumindo uma política de coragem em sintonia Pan-Europeia de solidariedade geoestrategicamente exercida, que repare desigualdades, actualmente de uns mais a Sul, como no tempo do pós-guerra reparou a outros mais a Norte, hoje tão diferentes para melhor graças a Marshall (e também com a nossa contribuição de então, refira-se), mas sem dúvida depois, ainda tornados melhores por si próprios, graças a três gerações consequentemente bem formadas, capazes de trabalho honestamente programado, fruto de uma estratégia corajosamente colocada que, em suma, soube aproveitar a sua nova oportunidade concedida.

É o que o resto da Europa agora precisa que também lhe aconteça embora, neste caso, não se sabendo ao certo como saberá o Sul aproveitar aposta similar. Porque, na Europa, o Sul não é o Norte. Nem que, um dia destes, mudem os Pólos magnéticos. O Sul e o Norte nunca serão iguais e, já agora, aproveitando, melhor será que se usem as vantagens dessas diferenças, e não o empenhado exercício do contrário que hoje se verifica.

A nova oportunidade que se pede, não se quer que venha sob uma lógica de pedido, mas sim sob a lógica da formação de ganho do conjunto (pura teoria dos jogos na sua versão mais simples para idiotas sem medo de o serem, antes de o deixarem de ser por isso mesmo) que, definitivamente, vai ter que redefinir o espaço Europeu e este País a seu reboque já agora, no processo em que se re-invente o próprio conceito de Europa (com esse Portugal de além-hoje adequadamente reconfigurado). Reaparecer com identidade, personalidade, capacidade de acção. Com massa crítica perante o mundo e com uma ideia de projecto de futuro, impregnada em todos e merecendo o reconhecimento da comunidade mundial. A Europa e o seu Portugal com uma base institucional profissionalizada, independente dos ciclos políticos, formando os instrumentos necessários à aposta estrutural, transversal,pluriquinquenal e focada no fundamental.

Será esta a “Nova Europa” por inteiro, que se sobreporá (quanto antes) ao epíteto já gasto, do “Velho Continente” (apesar desta comunidade-Continente nem ter sequer um quarto da idade das civilizações na Índia e na China). Europa essa, miúda velha que ainda assim continua a produzir, proporcionalmente, mais “Stiglitz´s” que qualquer outra parte do mundo, indicando que, apesar de 200 anos de sangria, principalmente para os EUA e os recordes Guinness de todas as piores guerras regionais e mundiais.

Incrivelmente mantém ainda vivas e dinâmicas, as bases fundamentais da Cultura, do conhecimento, da inovação, da renovação e da iniciativa inteligente, essas primeiras, mais importantes e de longe, as portas de entrada no futuro viável em sociedade, evoluíndo para melhor, capaz ainda de levar a tempo, ao contexto de uma Europa que já não será dominante, nem crescerá, mas que poderá optimizar-se, equilibrar-se, especializar-se, identificar-se, só para mencionar alguns “ses”. Se, o fizer já.

Fazer já, feito nem que seja, por quem seja que haja, já capaz de liderar, mesmo estando (talvez) por nascer  (o) (a) tremendo (a) político (a) visionário(a). E, se for uma ela, preferencialmente construtiva e conciliadora como normalmente eles nem tanto. Isto porque o “já”, o “construtivo” e o “conciliador” são, na actual conjuntura, sem tempo a perder, instrumentos ainda mais importantes que a muito melhor liderança necessária que se pede. Até porque de facto não se pedindo utopias, não se pede ainda assim, pouco: Novos paradigmas de liderança.

Pede-se gente emanando, pelo menos a luz da pura coragem, nascida para mover, pela mensagem e para conduzir esta massa de mais de trezentos e cinquenta milhões de indivíduos-cidadãos de uma mesma de entre as melhores redes civilizacionais de sempre,e quase sempre adiada na celebração das suas mais qualidades que defeitos.

A bem da verdade, neste assunto Europa, há, antes de mais, que reparar, sobretudo, as desigualdades que permitem que no Sul, hoje, prolifere, após gerações de desatenção, premeditada ou não, muito menos formação geral e cívica; menos robustez nas Instituições; menos conciliação de valores colectivos, com as expectativas da legítima ambição ao desenvolvimento e à procura de melhores condições pessoais e sociais.

Não é disfarçável que se tratam de desigualdades a Sul que permitem que exista “mais” corrupção, “mais” inimputabilidade, “mais” culto do imediatismo. Tudo isto e muitos mais “mais”, colados numa bola amorfa, sem os ideais suficientemente dignos que, no agravado e crónico caso de Portugal, deveriam caber a uma Nação que se sentisse incomodada por tão facilmente não poder ir rezar a Olivença.

Por não ter podido pintar mapas com lápis cor-de-rosa e ser sempre novamente jogada, com facilidade, para qualquer canto que vá dando mais jeito a outros que sentem a menoridade política dirigente, a apática e ausente cidadania e, por isso mesmo, só pode ser, a total ausência de um projecto de País, para o médio e o longo prazo de além netos, como seria nossa obrigação assegurar, e nunca o voltámos a fazer após esse primeiro”e agora” da nossa História, ainda hoje por responder objectivamente.

Entretanto, despertando para a escala e para hoje, não interessa se existem culpas a Norte ou a Sul, quando todo o resto do Planeta está a ser submergido pela autêntica explosão sem fogo mas com muita energia, formada pelas economias emergentes de já quase três mil milhões de habitantes que, em conjunto, têm da Europa a noção de ser apenas, literalmente, um único ponto pequeno, lá longe, algures no universo total do imenso Planeta.

Ponto, ainda por cima fora de vista, do outro lado do redondo do mundo, dificilmente percebendo como lhe cabem os 27 países (já nem falando nos restantes) que têm imenso prazer, ainda assim, em manter-se política, institucional, fiscal e económico- financeiramente, tão diferentes entre si. Sem estratégia perante terceiros, insistindo no erro civilizacional e incrível de não se mestiçarem suficientemente (leia-se tão-totalmente-quanto-possível-e-quanto-antes) com África.

Sim, com África, vivendo intensamente este seu erro de estimação, persistente ao fim de meio milénio de hesitações, já não tendo, talvez, a ancestral memória de serem, afinal, em grande parte, e como em nenhum outro lado do mundo aconteceu, filhos dessa mesma mistura agora receitada, praticamente com as mesmas gentes, ocorrida lá nesses idos contemporâneos da Idade do Gelo, ou pouco mais. Sublime ironia esta.

Este, é apenas um dos principais, entre vários erros civilizacionais (a somar a este, acordar tarde para a realidade de não ser já, novamente, a cabeça mundial da fera do desenvolvimento, tendo o título voltado outra vez para o dragão de serviço desde 4 mil A.C.), o que agora muito a enfraquece por dentro e, inevitavelmente, perante o resto do mundo.

Apesar das raízes inabaláveis desde a sua ante-história, apesar das matrizes culturais hoje maturas e evoluídas, complexas na riqueza e na diversidade, apesar das referências que deu ao mundo que as adoptou e as respeita, apesar de, em resumo, a Europa continuar a ser e, se calhar mais do que nunca, diga-se e não se espante,nem os fracos: continuar a ser o alter-ego do mundo.

Mas, mesmo dito tudo isto, eu não esperava (nem sentada), por ver o Stiglitz convencer a Alemanha, embora nunca negando porque o Stiglitz é o Stiglitz! Se o conseguir que venha essa ajuda e o seu segundo Nobel, vá lá, se calhar da Paz  até porque não (se calhar porque sim, atenção), mas eu, só de constatar tudo isto de bom e de mau sobre a Europa, e sabendo da geral crise de paradigmas, valores e princípios por todo o mundo, principalmente sabendo que o mundo em massivo crescimento de riqueza e desenvolvimento estrutural é quase todo o “resto do mundo” para lá da Europa, e que perante esse resto muito maior do mundo, a Europa é mesmo, mesmo, mesmo, só o tal ponto e que, sendo um ponto, subconscientemente e por oportuna singularidade matemática, Portugal, assumindo-se com coragem perante o mundo, é um ponto tão grande dentro do ponto maior como esse ponto maior “Europa” e que assim sendo será, perante este mundo de emergentes, do mesmo tamanho que quem quer que seja que venha crescer contra nós dentro da Europa, (todos os argumentos valem a pena quando a necessidade não é pequena).

Sem medo nenhum por então sabermos este tanto (é, é um desafio sim !), deveríamos já, agora, de imediato e ontem, ontem de manhã até, obrigar essa Europa do Parlamento e da Comissão e dos Tratados e do Poder dissolvido em urbana e afável “tecnocobardocracia”, a explicitamente nos apoiar na vocação da Lusofonia para, pelo menos, se alcançar o igualar do potencial de uma Commonwealth versão século XXI em que Portugal passe de periférico a central, agarrando em nome da Europa, um vértice do triângulo Creoulo que já se vai formando por si no Atlântico Sul, entronizando assim em instantâneo feito, esse gigantesco magneto dos interesses da globalidade que, no futuro próximo fará rapidamente também conjunto com o Índico e o mar da China, onde se continua a negociar com sotaque Português, essa “Esperanta Suiça” da comunicação internacional, para estas gentes todas que tanto crescem e enriquecem e tanto precisam de gerir e consolidar, quase sempre não tendo merecido a atenção dedicada de quem os pode e deveria compreender.

Trata-se, enfim, de uma redefinição de relações e de poderes que contribuirá para repor equilíbrios drasticamente comprometidos nos ultramarinos séculos de folia, entretanto, desde os cravos,  mais assobiados para o lado do que interiorizados para resolver, outro sinal de encanada pequenez que temos que descartar já, enquanto as gerações de um lado e de outro ainda preservam empatias culturais e podem, a tempo e reconciliados sob a perspetival de futuro, vir a cultivar a convergência que as próximas facilmente levarão para outras maiores influências que se apresentem, se vier a ser o caso. Porque é essa a dinâmica do povos dinâmicos.

Em resumo, são tempos e circunstâncias que pedem, então, medidas como esta saída da boca do Stiglitz. Todas as medidas de um calibre no mínimo de um fracturante tectónico que nos obrigará a todos os Europeus a repensar, tão depressa quanto formos colectivamente capazes, os pressupostos que gostamos que nos definam numa adaptação profundamente interiorizada, sendo esta da adaptação (ora lá está novamente a sorte se calhar) para Portugal, uma oportunidade nascida da crise do Império Esfumado.

É um jogo, este o da adaptação em que Portugal se soube sempre bem exceder a toda a sela, podendo então, enquanto finalmente assuma que, da Europa, o que de bom e de mau vier já está garantido, partir com aquela garra entranhada e incontida de forcado que calça o medo, não o pisa, para agora levar, arrastar e ancorar a Europa a esse Creoulo vértice do Atlântico Sul.

Enquanto privamos com os nossos emergentes de estimação, assumindo com eles, “com-eles“, um papel de tradutor universal de uma nova relação desse pequeno ponto da Europa com esse mais de meio mundo dos novos emergentes maiores, de culturas e costumes tão complexos e que apesar de tudo sempre fomos conseguindo colocar mais uma pedra aqui, um padrão ali e porque não novamente?

Ganha assim Portugal, de uma vez, um novo destino, confirmando a nossa vocação adiada e sempre antes mal gerida e que agora deverá ser definitivamente substituída pelo mover, com tenacidade e coragem, fazendo a Europa embrenhada na sua reestruturação e reafirmação internas, aconselhadas pelos Stiglitzes ou não, seguir-nos a nós e não nós a ela, nesta abertura literalmente civilizacional que nos está na massa e que há tanto já a celebrámos, em manuais, desde Fernão Mendes Pinto e mais ainda, de tão seguros e empenhados sempre termos estado nessa vocação.

Já a cantámos nesses Lusíadas que celebram sem medo e com grandiosidade essa nossa assumida e imparável ansiedade de nunca ficarmos e sempre partirmos, num movimento contínuo por entre o viciante temor e a incontida paixão com que sempre nos mostramos ao mundo e onde sempre apostámos o nosso futuro, desde que nos constituímos rectângulo  muitas vezes tomado erradamente por encaixado num canto do Continente, quando na verdade sempre acabámos por perceber que somos é franca frente em constante desafio a essa linha que confunde horizonte de mar com chamamento vindo do nosso próximo futuro que sempre tendo sido na Europa, sempre nos atraíu para fora dela. Desta vez partindo com ela, essa que assim sendo será, então, também a nova Europa, com esse novo Portugal.

Terá inevitavelmente que ser este, já o novo Portugal que, para lá do problema (se calhar até menor afinal), de quem fica e quem sai do euro e por quanto tempo. Portugal  assume-se soberano, sim, mas em versão Ibérica, começando pela frente Atlântica económica da Corunha ao Algarve, entre as primeiras mundiais e se reencontra com pioneirismo e inovação, com a economia do mar onde está a alimentação e a energia, as vias de comércio e de influência deste século, convertendo-se numa Nação com o centro de gravidade na Europa mas com um umbigo mulato, sim, situado entre o Brasil e África.

Investirá por cá, se tiver mesmo à altura de cumprir esse novo destino, incontornavelmente e, em primeiro lugar, na Saúde, na Educação, na Justiça e na Inovação Tecnológica e no desenvolvimento social de bens comuns e solidariedades, desde que antes saiba desmontar sem restrição, as complexas orgânicas de servidão política de vida cíclica inconsequente e, por definição, não responsável a prazo que engolfam de visco a máquina do Estado.

Será, então, um País que pede intervenção cidadã, activa, contínua, informada, estruturada e institucionalizada, mas que saberá separar a gestão da coisa corrente do Estado, dos compromissos estruturais, a demonstrar às novas gerações. Terá que ser um País que, finalmente, despenalize o trabalho e a iniciativa empreendedora como se de outras drogas se tratassem e terá que ser um País com autêntica vergonha de continuar a ser dos que mais (senão o mais) desigualdade sócio-económica mantém, de entre as economias ocidentais.

E terá, ainda, que ser um País educado na desmistificação do erro e na erradicação do comodismo para, finalmente, encontrar novas apostas colectivas e, deste processo global, obter resultados que mereçam o respeito da comunidade mundial.

Que percebam todos, em todo o lado, mas sobretudo essa outra metade do mundo que desperta movida pelo desenvolvimento e pela riqueza que, no ponto Europa existe um foco Português que brilha afoito,para eles, longe e imensos, tão grande e tão pequeno quanto o todo desse ponto e que os procura activamente e vai ao encontro deles onde estejam e os traz em comunicação compreensível e empática, para a relação com a nova Europa.

Finalmente, cumprindo assim este novo Portugal, o ideal que nos preconizou Buarque e a quem, ainda, haveremos de responder em celebrada nova canção que honre, finalmente, a sempre presente dedicação de então.  (Maria Elvira Bento)

Não importa o tamanho da montanha, ela não pode tapar o Sol.

(Provérbio Chinês)

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5 responses

  1. Um post que merece ser relido mais que uma vez. Não sei o que irá acontecer,
    ainda estou “tonta” com a entrevista ontem ao Primeiro-Ministro. Na cabeça dele
    só está “tirar…tirar…tirar…”
    Veremos no que tudo isto vai acabar, mas não deve ser nada de bom e ainda
    há muito “povo quietinho” e eles sabem que o povo português é assim…
    e abusam…e já não há Constituição, nem Presidente da República. Há Passos
    e Gaspar.
    Beijinhos
    Irene Alves

    Novembro 29, 2012 às 9:37 am

    • A nossa situação é má. O futuro está muito nublado e perigoso. Há que ter esperança. Algo de bom tem de aparecer. Não basta carregar nos ombros dos reformados e dos funcionários públicos. Isso não é solução, é roubo. Bijs, Irene

      Janeiro 9, 2013 às 7:57 pm

  2. Venho desejar-lhe e a sua Família um Feliz Natal
    Irene

    Dezembro 24, 2012 às 6:07 pm

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