O DEAMBULAR SOLITÁRIO POR ENTRE BRISAS E VERDES

Ollie-Seuri-6269

Não sei qual é o espaço nem o tempo que demorará a chegar lá, a percorrer, inquieta e deslumbrada, a estrada inebriante e arrebatadora das fantasias por onde vagueia translúcida, com volúpia e prazer partilhado com o ar que a envolve e abraça, como concha de braços que acorda vidas numa brandura de mantos impressionantemente aconchegantes.

Ausência de palavras quando percorre o luxuriante mar de verdes que se espraia, e o vento feito brisa embala-a neste deambular solitário, iluminado por uma intensidade de luz mesclada de tonalidades e promessas. Determinada, frágil, vestida de fragrâncias e sensibilidade, leva consigo imagens guardadas na memória que quer reavivar numa fuga desmedidamente íntima. As mãos, parecem ondular ao sabor de um equilíbrio que lhe agrada. Com elas sente a brisa e, sorrindo, descodifica mensagens.(Maria Elvira Bento)

Cada dia que passa sem um sorriso é um dia perdido

[Charles Chaplin]

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