O MIÚDO “R”, O SEU EXEMPLO E O AGARRAR DO DESTINO NACIONAL, ANTES QUE ESTE ACONTEÇA

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Já se passaram dias. Já se poder escrever assim e sair verdade. Dissolveu-se essa espuma de fascínio que ficou persistente e suspensa depois de se ver converter desilusão em superação, motivando e inspirando um colectivo a agarrar o momento do virar do destino, antes que acontecesse. Passados estes dias, contando que se terá, então, recuperado a objectividade na análise, mantém-se, no entanto, tão clara a conclusão de então, de que se presenciou um momento elevado. Elevado de persistência íntegra e plena que só pode nascer de um misto de humildade (sem medo de ambição) e de uma dedicação contínua, inabalável, sempre renovada, respirando orgulho pelo provar que sim, pelo conseguir mesmo, por usufruir e dar a usufruir esse sabor do sucesso, tudo num feito da maior garra que só dificilmente não é arrogante. E não foi.

Do chegar -onde se declarou antes que se estava a apostar chegar-, assumindo o risco, a exposição, mas mais do que tudo, essa esmagadora solidão daquele com quem todos contam sem poderem, mesmo que muito quisessem, conseguir perdoar se (e quando) não são correspondidos. Momento elevado também por ter sido de demonstração de excelência alcançada, de virtuosismo irradiante como que dado com incontida satisfação interior, só possível em exercício de honestidade plena para consigo próprio e perante um mundo de tanto poder, influência e interesses onde já se consagrou de tal forma que o poderia adoptar já só mesmo pelo dinheiro, pelo mediático reconhecimento, por todos os prazeres servidos. Apesar de tomar todos os usufrutos desse mundo planetário, os que pode e os que se calhar nem devia, não o adopta.

Conseguiu preservar-se sobretudo verdadeiro, família, sem ter sentido (pelo que se vê) necessidade de desenvolver complexas sofisticações comportamentais, ao ponto de não deixar de ser genuíno mesmo quando se extravasa em metromanifestações ou novos luxos, ao ponto de facilmente tudo converter em empática imagem de marca. Há que dizer, ainda, que não sei se seria possível, num dos meios mais competitivos do mundo, ser-se provavelmente o melhor de sempre sem se querer ser, pelo menos, o melhor e mais do que isso: ser-se mesmo o melhor de sempre e, por isso, percebesse-lhe (facilmente) essa potente evidência, na postura, no olhar, na tenacidade, na segurança que lhe deve ser incontida, espiritual, ilimitada até. Talvez.

 Definitivamente, miúdo ou já não, servir-nos-ia muito agora tomá-lo como dos melhores exemplos que temos neste País, para também nós todos, agora, porque agora é o momento, em Nacional Colectivo, agarrarmos o destino antes que aconteça, fazendo-o acontecer melhor, com sentido de aposta, com persistência no alcançar de todos os melhores que nos possam dignificar e fazer evoluir, assumindo o risco e suas angústias; as apostas com todas as expectativas e, também, vertendo tenacidade e sem medo de sermos legítimos, lhe retribuirmos em exemplos, o exemplo que ele é e nos tem dado. O que mais poderíamos, ainda, pedir a este nosso miúdo para nos motivar como Macional Colectivo, agora e já ? Um “hat trick” para nos trazer do fundo de derrotas e nos colocar no Mundial?
Já estamos!!! (Maria Elvira Bento)

A esperança é um sonho que caminha
(Aristóteles)

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